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China reage a BYD em lista de trabalho escravo

A China reagiu à inclusão da fabricante chinesa de veículos elétricos BYD em uma lista de empregadores acusados de práticas análogas ao trabalho escravo. A informação foi divulgada…

China reage a BYD em lista de trabalho escravo

A China reagiu à inclusão da fabricante chinesa de veículos elétricos BYD em uma lista de empregadores acusados de práticas análogas ao trabalho escravo. A informação foi divulgada por meio de um documento público que relaciona 169 empresas.

A inclusão na lista ocorre após a conclusão de um processo administrativo, sem possibilidade de recurso imediato. Os nomes dos empregadores permanecem publicados por um período de dois anos.

A saída da lista só é possível após a comprovação da regularização das falhas apontadas e desde que não ocorram novas violações no período. A medida visa coibir práticas laborais irregulares.

Em outros assuntos do noticiário, a colunista Sandra Cohen comentou a política externa dos Estados Unidos, avaliando que a postura do ex-presidente Donald Trump em relação ao Irã pareceu mais um recuo do que uma vitória. Em suas declarações, Trump afirmou que muitos pontos já foram acordados com o governo iraniano.

No cenário econômico, a queda do dólar frente ao real tem sido tema de análise. Especialistas discutem se o movimento é causado por uma desvalorização da moeda americana ou por um fortalecimento da brasileira, em um momento de vaivém das taxas de câmbio.

No Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes pediu que o plenário vote uma ação que discute os limites temporais para a formalização de acordos de delação premiada. O tema é relevante para diversos processos em andamento.

O ano eleitoral começa a influenciar os partidos políticos. Dados recentes mostram que PL e Missão ganharam mais filiados, enquanto MDB e PT registraram redução no número de afiliados, em movimentos comuns no período pré-eleitoral.

No Rio de Janeiro, um incêndio atingiu o telhado do Velódromo Municipal. Imagens comparativas mostram o estado do local antes e depois do fogo, que causou danos à estrutura.

Na área de ciência, uma curiosidade histórica ressurge: o que teria acontecido com as bandeiras dos Estados Unidos plantadas na Lua há mais de cinquenta anos? Especialistas debatem o estado de conservação dos símbolos deixados pelas missões Apollo.