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De Zendejas a Reyna: astros latinos da USMNT

Jogadores de origem latina se tornaram peças-chave da seleção masculina de futebol dos Estados Unidos (USMNT), mudando o estilo e a identidade da equipe. Essa nova geração trouxe…

De Zendejas a Reyna: astros latinos da USMNT
ADAM HUNGER

Jogadores de origem latina se tornaram peças-chave da seleção masculina de futebol dos Estados Unidos (USMNT), mudando o estilo e a identidade da equipe. Essa nova geração trouxe talento, qualidade técnica e uma forte influência cultural que elevou o nível do futebol no país.

Destaques atuais como Ricardo Pepi e Giovanni Reyna ajudaram a transformar o futebol americano e se tornaram figuras centrais para a USMNT.

Ricardo Pepi, nascido no Texas e filho de pais mexicanos, se desenvolveu como um atacante com grande potencial e se tornou uma das armas ofensivas mais importantes para os Estados Unidos.

Giovanni Reyna, com raízes argentinas, é filho do ex-jogador Claudio Reyna. Seu estilo de jogo o tornou um meio-campista criativo, conhecido pela visão, habilidade técnica e capacidade de criar chances no ataque.

Jesús Ferreira, atacante nascido na Colômbia e filho do ex-jogador David Ferreira, foi uma presença constante na USMNT, embora não tenha sido convocado para a Copa do Mundo de 2026. Integrado ao futebol americano desde jovem, ele se mostrou um atacante confiável graças ao seu movimento e finalização.

Diego Luna, nascido na Califórnia com raízes mexicanas, foi cortado da seleção para a Copa, mas representa uma das promessas do futebol dos EUA. Seu estilo dinâmico e habilidade para enfrentar defensores o tornaram um jogador influente e favorito dos torcedores.

Alejandro Zendejas, originalmente de Ciudad Juárez, mas criado no Texas, teve uma passagem de destaque pelo Club América antes de se comprometer com a seleção americana. Sua experiência na Liga MX trouxe maturidade e qualidade ofensiva ao time.

Os pioneiros que abriram o caminho

Antes desta geração, jogadores como o uruguaio Tab Ramos, o argentino-americano Marcelo Balboa e o salvadorenho Hugo Pérez foram fundamentais para a USMNT durante as décadas de 1980 e 1990.